Quim Meano desmente ser Marcelo Rebelo de Sousa
Já chega. Já chega de boatos, já chega de insinuações, já chega de mails acusatórios. Quem está por detrás de Quim Meano não é Marcelo Rebelo de Sousa... é Quim Meano. Que fique esclarecido de uma vez por todas. Já falei com o professor, que está em Luanda, e no próximo domingo vai desmenti-lo em directo, no programa As Escolhas de Marcelo, na RTP1, após o telejornal. Incrível, isto de acharem que sou o professor... porque haveria o professor passar os dias a escrever neste blogue obscuro? Não faz sentido, a não ser para alguns indivíduos que se movimentam na blogosfera e que me bombardeiam com acusações: "(...) esconde-se por detrás de um pseudónimo e faz a apologia de coisas tão censuráveis como uma cultura tabagista, alcoólica e, inclusivamente touradas, bem ao estilo da direita portuguesa, para não referir nas crónicas maliciosas (...) e subversivas que têm como única finalidade promover a descredibilização sistemática da blogosfera", refere um mail que recebi ontem de uma personalidade bem conhecida de todos nós. Outro diz que "já chega de exibicionismos literários e culturais, prof. Marcelo... Vindos de si, não são só um atentado ao bom funcionamento das instituições políticas, como uma paródia aos media, exceptuando-se o Diário de Notícias (...) o seu intento é acabar com certas publicações com colunistas maioritariamente de esquerda e criar um novo sistema de media em Portugal, ligado aos grupos económicos maioritários (...) para ter uma hegemonia de informação". Nas linhas de um blogue de esquerda lia-se também "Marcelo Rebelo de Sousa tenta mais uma vez manipular a opinião dos portugueses mas, desta vez, não o faz usando a sua popularidade nem a académica eloquência persuasora, mas escondendo-se atrás de um ridículo personagem a quem chamou Quim Meano e que é, para além de outras coisas, admirador de touradas (!)" mais à frente "por esclarecer fica a personagem de Zé Clarmonte, que serve para encobrir ainda mais a desconstrução anarca de uma certa linha racional da blogosfera, com rúbricas aparentemente inofensivas como A Porta do Cavalo, mas que são no fundo o produto de uma estratégia de conquista bem delineana(...) Caro professor (...) esperava-se mais de um indivíduo com a sua história e formação (...) é o exemplo das politiquices da chamada vanguarda".
Estou pasmado! Como é que é possível que tamanhas enormidades sejam geradas pelas minhas crónicas anódinas?? Sei que sou brilhante, mas não será ridículo confundirem-me com o prof. Marcelo, de quem sou amigo pessoal? Repito: não sou o prof. Marcelo. O meu nome é mesmo Quim Meano (eu sei que é um nome pouco vulgar, mas digam isso à minha mãe)... Vamos a acabar com isto. Espero que estejamos esclarecidos. Quanto ao resto, é tudo verdade (menos o episódio das norueguesas).



